Quais os remédios que não pode tomar durante a gravidez!

Tomar alguns medicamentos durante a gravidez pode causar interações indesejadas que são perigosas para o feto e para saúde da gestante. Detalhamos quais são os remédios mais perigosos neste estágio.
Todas as mulheres grávidas, por um motivo ou outro, ficam surpresas com a questão de saber quais medicamentos conhecidos não devem ser usados com mais frequência durante este período.

O que acontece é que muitos deles possuem compostos que podem causar abortos, má formação fetal, deficiência e outros problemas no bebê, além de causar riscos para a mãe, como exemplo, hemorragias.
Portanto, antes de consumir qualquer tipo de medicação, inclusive as mais simples para dores de cabeça ou enjoo, é preciso consultar o médico. Leia também: Grávida pode usar neosoro?

Ao realizar o acompanhamento pré-natal e comparecer as consultas, os profissionais de saúde informam uma série de cuidados em relação ao consumo de medicações sem prescrição médica, por isso a importância de frequentar os consultórios médicos de forma regular.

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Quais os remédios proibidos na Gravidez?

Confiram a seguir quais os medicamentos devem ser evitados durante a gravidez para segurança da mãe e deu seu bebê:

Antiinflamatórios não esteróides (AINEs)

uso seguro de medicamentos na gravidez

Ibuprofeno, naproxeno e aspirina não são recomendados durante o último trimestre da gravidez, pois alteram o fluxo sanguíneo do feto, inibindo a produção de prostaglandinas que dilatam os vasos sanguíneos. Além disso, a aspirina é um poderoso inibidor da função plaquetária e aumenta a probabilidade de sangramento durante a gravidez e o parto.

Adesivos de nicotina


Eles têm um efeito nocivo sobre o feto, muito semelhante a fumar cigarros, embora claramente menos. As fumantes que engravidarem são aconselhadas a tentar parar sem o auxílio de adesivos e apenas usá-los de acordo com as recomendações médicas.

Anti-hipertensivos

Inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA) e antagonistas do receptor da angiotensina II (ARBs) são completamente contra-indicados durante a gravidez porque estão relacionados a defeitos congênitos no feto, especialmente no nível renal, e problemas na gravidez, apesar de seu uso ser comum e seus benefícios muito elevados fora da gravidez.

Secretagogos antidiabéticos

Totalmente contraindicados; Se a mulher os tomou antes de ficar grávida, ela deve mudar seu tratamento para insulina. Isso porque podem causar hipoglicemia sustentada ao longo do tempo e de difícil controle, podendo causar alterações no sistema nervoso do feto.

Estatinas

Os inibidores da HMG-CoA redutase reduzem os níveis de colesterol no sangue e seu uso é amplamente difundido entre a população. Durante a gravidez está associado a malformações da traquéia, esôfago, coração e ânus do feto, entre outros.

Cortisona

Este derivado dos corticosteróides pode causar uma malformação fetal característica, uma fenda palatina.
Contraceptivos orais
Aumentam o risco de o feto sofrer de síndrome de Down e apresentar alterações na genitália e no trato urinário. Na mãe, eles aumentam o risco de câncer vaginal precoce. Portanto, se uma mulher que toma anticoncepcional acidentalmente e engravida (raro, mas possível), ela deve interromper o tratamento imediatamente, de acordo com as orientações fornecidas por seu médico.

Omeprazol

Não é recomendado tomá-lo, embora não tenha um efeito tão radical no feto como alguns medicamentos mencionados acima. Existem outros antiácidos que podem substituí-lo.

Bicarbonato

Produz alcalose metabólica, ou seja, aumento do pH natural do sangue da mãe e do feto.
Antes do consumo de qualquer medicamento é preciso consultar um médico, mesmo que tenha muita dor e sintomas altamente desconfortáveis. Nunca se automedique, não coloque em risco a sua segurança e a do bebê.
Realizar um investimento em um plano de saúde pode ajudá-la a ter o melhor atendimento médico durante e após esta fase.

Lembrando que uma grávida não deve tomar qualquer medicamento sem o conhecimento do/a seu/sua médico/a ginecologista-obstetra ou médico de família.